sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Trabalhando a mente...

Vamos agora tentar um exercício que pode parece bem simples, mas que pode se tornar muito complicado.



Olhe para a figura abaixo, e diga rapidamente, em voz alta, a cor que estão escritas as palavras...

Vamos ver se você vai conseguir...


O bug do cérebro!!


Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug. Aqui vai um pequeno exercício de calculo mental !!!! Este cálculo deve fazer-se mentalmente (e rapidamente), sem utilizar calculadora nem papel e caneta!!!

Seja honesto... faça cálculos mentais...





Tens 1000, acrescenta-lhe 40. Acrescenta mais 1000. Acrescenta mais 30 e novamente 1000. Acrescenta 20. Acrescenta 1000 e ainda 10.





Qual é o total? (resposta abaixo)














O seu resultado é 5000 ?

A resposta certa é 4100 !!!!

Se não acreditar, verifique com a calculadora. O que acontece é que a sequência decimal confunde o nosso cérebro, que salta naturalmente para a mais alta decimal (centenas em vez de dezenas).

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O número dois e os provérbios


Existem diversos provérbios que envolvem o número dois. Exemplos:
"Mais vale um pássaro do que dois voando".
"Homem avisado vale por dois".

"Matar dois coelhos numa cajadada só".

"Mais vale um toma do que dois te darei".

"Dois proveitos não cabem num saco só".

"Entre os dois venha o diabo e escolha".

"Criados e bois, um ano até dois".

"Custa mais sustentar um vício do que educar dois filhos".

"Duas mudanças equivalem a um incêndio".

"Duas vezes perdido o que ao ingrato é concebido".

"Mais vale um hoje do que dois amanhã".

"Mais vale um pé do que duas muletas".

"Mais valem duas pernas do que três andas".

"Não há dois altos sem um baixo no meio".

"Dois pilotos fazem um barco ir ao fundo".

"Dois sacos vazios não se põe em pé".

"Dois sentidos não assam milho".

"Dois sobre um asno, sinal de bom amigo".

"Dois pesos e duas medidas".

sábado, 31 de outubro de 2009

Cientistas criam fórmula matemática para prever divórcio



Sentimento e lógica não ficam de lados tão opostos quanto se imagina. Pelo menos é o que pensam dois pesquisadores norte-americanos que desenvolveram um modelo matemático para analisar o risco de fracasso de um relacionamento. A técnica, elaborada pelo psicólogo John Gottman e pelo matemático James Murray, ambos da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, já foi testada em mais de 600 casais ao longo de 20 anos. De acordo com os cientistas, em 94% dos casos foi possível prever o divórcio dos casais com cinco anos de antecedência.
Para elaborar o modelo, Gottman e Murray utilizaram como matéria-prima registros em vídeo de centenas de discussões entre casais. O resultado foi quantificado sob uma fórmula entre interações positivas e negativas. Os cientistas atribuíam um ponto por interação positiva e retiravam um ponto por interação negativa. Além disso, analisavam as expressões faciais e as pulsações cardíacas das pessoas. De acordo com os pesquisadores, todos os casais com proporção inferior a cinco pontos positivos contra um negativo estão ameaçados. "A fórmula mágica é cinco pontos positivos contra um negativo", explicaram os especialistas. Segundo Gottman, as pessoas mais adaptadas ao casamento, quando falam de coisas importantes, podem até discordar, mas também trocam carinhos e gracejos, o que representa sinal de afeto e da existência de relações emocionais. "Muitas pessoas não conseguem estabelecer essa ligação ou criar um certo sentido de humor", diz o psicólogo.
O especialista ressalta a importância das expressões faciais, como a expressão de desprezo, considerada por ele "o ácido sulfúrico do amor". Também o ritmo cardíaco é importante em uma discussão conjugal. "Acima de 100 pulsações por minuto, o organismo começa a produzir adrenalina, o que torna uma pessoa menos receptiva [aos argumentos da outra]", explicou Gottman. O trabalho foi apresentado no congresso anual da AAAS (Associação Americana para o Progresso da Ciência, na sigla em inglês).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Filosofia diária







Teste de QI


Em 1905, Alfred Binet e seu colega Theodore Simon a pedido do ministro da Educação da França desenvolveram um teste de raciocínio verbal e matemático, inicialmente com questões que testariam a memória e o potencial de resolver problemas de lógica. Este teste ficou conhecido como a escala Binet-Simon.
O principal objetivo deste teste seria identificar quais crianças vindas do interior do país teriam uma tendência maior a enfrentar problemas na escola, sendo que isso possibilitaria que o governo oferecesse uma educação especial a essas crianças. Em princípio, os autores dessa escala assumiram que os baixos resultados nos testes indicavam a necessidade da intervenção dos professores no ensino desses alunos e não necessariamente que esses tivessem inabilidade de aprendizagem.
O teste em si resumia-se a uma série de perguntas, de forma a investigar os conhecimentos da criança submetida em relação a informações gerais: seu vocabulário, habilidades aritméticas, capacidade de memorização, capacidade de captar similaridades entre dois elementos, bem como de resolver problemas lógicos. Depois de obtidas as respostas as mesmas eram pontuadas de forma a obter-se um número, que deveria expressar o nível mental da criança.
No seu artigo New Methods for the Diagnosis of the Intellectual Level of Subnormals, Binet relata: “Em 1912, William Stern propôs o termo ‘QI’ (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos ‘idade mental’ e ‘idade cronológica’.” Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 9 anos teria QI 0,9, porque 9 / 10 = 0,9.

A princípio este teste revolucionou o que se entendia como sendo a inteligência, pois até então o intelecto humano era concebido com base no conceito da tabula rasa, defendido especialmente pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) que concebia o intelecto humano como sendo uma folha em branco que iria sendo preenchida durante a vida.
Embora muito utilizado até hoje, devemos enfatizar que uma das principais falhas apontadas por especialistas no campo cognitivo para este tipo de teste é que a cultura de modo geral influenciaria radicalmente no resultado do mesmo, pois dificilmente uma pessoa criada no ocidente obteria um bom resultado em um teste com base na cultura oriental ou vice-versa. Além disso, o teste baseava-se quase que inteiramente na capacidade de interpretação lingüística e capacidade de resolver problemas, logo, desconsidera outras possíveis aptidões cognitivas da pessoa.

Resolução de problemas





Cabe ao professor a compreensão do que a capacidade de solucionar problemas oferece como benefícios sociais e cognitivos aos alunos, pois:
"Os estudiosos dessa metodologia argumentam que ela oferece a possibilidade de ganhar confiança no uso da matemática e de desenvolver uma atitude de perseverança e inquisição. Além disso, aumenta a capacidade de ele se comunicar matematicamente e de utilizar processos de pensamento de nível mais elevados".


Algumas dicas que auxiliam na resolução de um problema: Polya (1986) em seu livro “A Arte de Resolver Problemas”, desenvolve a heurística da resolução de problemas, onde a mesma estaria norteada em várias ações a serem realizadas com o objetivo de resolver problemas matemáticos, tais como:
Primeira ação: é preciso compreender o problema.
Nessa etapa devem ser feitas perguntas como: o que se pede no problema? o que se quer responder no problema?
Segunda ação: encontre a conexão entre os dados e a incógnita. É preciso chegar afinal a um plano para resolução.
Aqui alguns pontos devem ser destacados como: quais são os dados? qual é a condicionante? você já viu um problema parecido? ele o ajuda a resolver esse problema?
Terceira ação: execute o seu plano.
Nessa etapa é preciso executar o plano elaborado, verificando cada passo a ser dado.
Quarta ação: examine a solução obtida.
Sempre que for possível, o resultado obtido deve ser analisado, pois é comum cometermos erros ou encontrarmos respostas que não satisfazem à solução do problema.

Apesar da existência dessas ações que auxiliam na resolução de problemas, devemos ter em mente as limitações que as mesmas apresentam, já que:
"O processo de resolução de um problema é algo mais complexo e rico, que não se limita a seguir instruções passo a passo que levarão à solução, como se fosse um algoritmo. Entretanto, de um modo geral elas ajudam o solucionador a se orientar durante o processo".