sábado, 31 de outubro de 2009

Cientistas criam fórmula matemática para prever divórcio



Sentimento e lógica não ficam de lados tão opostos quanto se imagina. Pelo menos é o que pensam dois pesquisadores norte-americanos que desenvolveram um modelo matemático para analisar o risco de fracasso de um relacionamento. A técnica, elaborada pelo psicólogo John Gottman e pelo matemático James Murray, ambos da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, já foi testada em mais de 600 casais ao longo de 20 anos. De acordo com os cientistas, em 94% dos casos foi possível prever o divórcio dos casais com cinco anos de antecedência.
Para elaborar o modelo, Gottman e Murray utilizaram como matéria-prima registros em vídeo de centenas de discussões entre casais. O resultado foi quantificado sob uma fórmula entre interações positivas e negativas. Os cientistas atribuíam um ponto por interação positiva e retiravam um ponto por interação negativa. Além disso, analisavam as expressões faciais e as pulsações cardíacas das pessoas. De acordo com os pesquisadores, todos os casais com proporção inferior a cinco pontos positivos contra um negativo estão ameaçados. "A fórmula mágica é cinco pontos positivos contra um negativo", explicaram os especialistas. Segundo Gottman, as pessoas mais adaptadas ao casamento, quando falam de coisas importantes, podem até discordar, mas também trocam carinhos e gracejos, o que representa sinal de afeto e da existência de relações emocionais. "Muitas pessoas não conseguem estabelecer essa ligação ou criar um certo sentido de humor", diz o psicólogo.
O especialista ressalta a importância das expressões faciais, como a expressão de desprezo, considerada por ele "o ácido sulfúrico do amor". Também o ritmo cardíaco é importante em uma discussão conjugal. "Acima de 100 pulsações por minuto, o organismo começa a produzir adrenalina, o que torna uma pessoa menos receptiva [aos argumentos da outra]", explicou Gottman. O trabalho foi apresentado no congresso anual da AAAS (Associação Americana para o Progresso da Ciência, na sigla em inglês).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Filosofia diária







Teste de QI


Em 1905, Alfred Binet e seu colega Theodore Simon a pedido do ministro da Educação da França desenvolveram um teste de raciocínio verbal e matemático, inicialmente com questões que testariam a memória e o potencial de resolver problemas de lógica. Este teste ficou conhecido como a escala Binet-Simon.
O principal objetivo deste teste seria identificar quais crianças vindas do interior do país teriam uma tendência maior a enfrentar problemas na escola, sendo que isso possibilitaria que o governo oferecesse uma educação especial a essas crianças. Em princípio, os autores dessa escala assumiram que os baixos resultados nos testes indicavam a necessidade da intervenção dos professores no ensino desses alunos e não necessariamente que esses tivessem inabilidade de aprendizagem.
O teste em si resumia-se a uma série de perguntas, de forma a investigar os conhecimentos da criança submetida em relação a informações gerais: seu vocabulário, habilidades aritméticas, capacidade de memorização, capacidade de captar similaridades entre dois elementos, bem como de resolver problemas lógicos. Depois de obtidas as respostas as mesmas eram pontuadas de forma a obter-se um número, que deveria expressar o nível mental da criança.
No seu artigo New Methods for the Diagnosis of the Intellectual Level of Subnormals, Binet relata: “Em 1912, William Stern propôs o termo ‘QI’ (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos ‘idade mental’ e ‘idade cronológica’.” Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 9 anos teria QI 0,9, porque 9 / 10 = 0,9.

A princípio este teste revolucionou o que se entendia como sendo a inteligência, pois até então o intelecto humano era concebido com base no conceito da tabula rasa, defendido especialmente pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) que concebia o intelecto humano como sendo uma folha em branco que iria sendo preenchida durante a vida.
Embora muito utilizado até hoje, devemos enfatizar que uma das principais falhas apontadas por especialistas no campo cognitivo para este tipo de teste é que a cultura de modo geral influenciaria radicalmente no resultado do mesmo, pois dificilmente uma pessoa criada no ocidente obteria um bom resultado em um teste com base na cultura oriental ou vice-versa. Além disso, o teste baseava-se quase que inteiramente na capacidade de interpretação lingüística e capacidade de resolver problemas, logo, desconsidera outras possíveis aptidões cognitivas da pessoa.

Resolução de problemas





Cabe ao professor a compreensão do que a capacidade de solucionar problemas oferece como benefícios sociais e cognitivos aos alunos, pois:
"Os estudiosos dessa metodologia argumentam que ela oferece a possibilidade de ganhar confiança no uso da matemática e de desenvolver uma atitude de perseverança e inquisição. Além disso, aumenta a capacidade de ele se comunicar matematicamente e de utilizar processos de pensamento de nível mais elevados".


Algumas dicas que auxiliam na resolução de um problema: Polya (1986) em seu livro “A Arte de Resolver Problemas”, desenvolve a heurística da resolução de problemas, onde a mesma estaria norteada em várias ações a serem realizadas com o objetivo de resolver problemas matemáticos, tais como:
Primeira ação: é preciso compreender o problema.
Nessa etapa devem ser feitas perguntas como: o que se pede no problema? o que se quer responder no problema?
Segunda ação: encontre a conexão entre os dados e a incógnita. É preciso chegar afinal a um plano para resolução.
Aqui alguns pontos devem ser destacados como: quais são os dados? qual é a condicionante? você já viu um problema parecido? ele o ajuda a resolver esse problema?
Terceira ação: execute o seu plano.
Nessa etapa é preciso executar o plano elaborado, verificando cada passo a ser dado.
Quarta ação: examine a solução obtida.
Sempre que for possível, o resultado obtido deve ser analisado, pois é comum cometermos erros ou encontrarmos respostas que não satisfazem à solução do problema.

Apesar da existência dessas ações que auxiliam na resolução de problemas, devemos ter em mente as limitações que as mesmas apresentam, já que:
"O processo de resolução de um problema é algo mais complexo e rico, que não se limita a seguir instruções passo a passo que levarão à solução, como se fosse um algoritmo. Entretanto, de um modo geral elas ajudam o solucionador a se orientar durante o processo".

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pérola: calculo de limites


Simplesmente engenhoso...

Pérolas matemáticas: é pra acabar...

Um cuidado especial deve ser tomado sempre que formulamos uma questão ou um problema matemático, caso contrário, podemos ser surpreendidos pela criatividade dos nossos alunos. Uma dica, cuidado com a linguagem utilizada na redação tanto de uma questão, como em um problema ou outra atividade qualquer.

Joãozinho e a Matemática

Joãozinho está indo muito mal de matemática. Os pais já tentaram de tudo: aulas particulares, brinquedos educativos, centros especializados, terapia, nada adiantou. Ai ouvem dizer que ha uma escola de freiras no bairro que e muito boa, e resolvem fazer mais uma tentativa.
No primeiro dia, Joãozinho volta para casa com a cara séria e vai direto para o quarto, sem nem mesmo cumprimentar a mãe. Ele senta na escrivaninha e estuda. Estuda sem parar. A mãe o chama para jantar. Ele janta rapidinho e volta imediatamente aos estudos. A mãe nem acredita. Isso dura já algumas semanas. Um dia, Joãozinho volta para casa com o boletim, que entrega a mãe. Nota 10 em matemática! A mãe não se contem e pergunta:

- Filho, me diga o que fez você mudar deste jeito? Foram as freiras?

Joãozinho balança a cabeça negativamente.

- O que foi, então? - insiste a mãe - Foram os livros, a disciplina, a estrutura de ensino, o uniforme, os colegas, O QUE FOI?

Joãozinho olha para a mãe e diz:

- No primeiro dia quando eu vi aquele cara pregado no sinal de mais, percebi que eles não estavam brincando.

É amigos, com a matemática não se brinca!!! :)

Charadas Matemáticas

Vamos ver se você descobre essa...

O que o livro de Matemática disse pro de Português?


Para saber a resposta, clique com seu mouse e arraste aqui embaixo.
Não me venha com histórias, que eu estou cheio de problemas.

Uma pérola....




Nem sempre sabemos tudo, nem somos os donos da verdade...O que importa muitas vezes é saber improvisar hehehe

Uma das provas do Milton....








E quem disse que eu não ia bem em cálculo???

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Piada matemática

O que é um menino complexo?

É o que tem a mãe real e o pai imaginário.

Piada matemática

O que é um menino complexo?
É o que tem a mãe real e o pai imaginário.

Teorema (discuta esse com seus alunos)

Esse teorema poderá promover um bom debate sobre a lógica matemática com seus alunos, já que sua demonstração é trivial!
TEOREMA: Um gato tem nove rabos.
DEMONSTRAÇÃO: Demonstra-se esse teorema por absurdo. Nenhum gato tem 8 rabos, como um gato tem um rabo a mais do que nenhum gato, então, segue de forma trivial que um gato tem 9 rabos.

Matematica ainda nada, mas o tricolor voltou...


Infelizmente não foi possivel postar nenhum assunto relacionado a matemática, a não ser o fato dos dados estatisticos anunciarem: ôôô o tricolor voltooouuu!!!

Filosofia diária





"Teoria é quando tudo se sabe e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguem sabe porquê. Alguns setores públicos conjecturam teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe porquê."