quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A importância das pequenas coisas

Dois leões fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga, cada um tomou um rumo diferente, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões por todo o lado, mas ninguém os encontrou. Tinham-se sumido.
Depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado que arranjasse vaga no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido. Assim, o leão foi reconduzido à sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrou do leão que fugira para o centro da cidade, quando um dia, o bicho foi recapturado. E voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, a vender saúde. Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para a floresta perguntou ao colega:
- Como é que conseguiste ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para a mata, tive que pedir clemência, porque quase não encontrava o que comer... Como é que... vá, como foi?"
O outro leão então explicou:
- Enchi-me de coragem e fui esconder-me numa repartição pública. Cada dia comia um funcionário e ninguém dava por falta dele."
- E por que voltaste então para cá? Tinham acabado os funcionários?"
- Nada disso. Funcionário público é coisa que nunca acaba. É que eu cometi um erro gravíssimo. Tinha comido o director geral, um director de serviços, um chefe de divisão, um chefe de repartição, um chefe de secção, funcionários diversos, e ninguém deu por falta deles! Mas, no dia em que eu comi o que servia o cafezinho...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Frase do dia

"O amor a si mesmo deve levar cada um a aperfeiçoar seu caráter, sua conduta e seus conhecimentos da vida"

Então descobre


Dia de prova na faculdade, todos os alunos tensos. Entra na sala aquele professor carrasco de que todos tem medo e diz:

- O horário de entrega das provas é dez em ponto. Ouviram. Dez horas em ponto. Se alguém me entregar às prova dez e um eu não vou aceitar. E então se inicia a prova. Muitos alunos acabaram rápido, outros demoram um pouco mas conseguem entregar até as dez horas. Apenas um aluno continua fazendo o exame. Quando o professor está se preparando para ir embora, o aluno levanta e vai entregar o exame.

- Tá aqui professor!

- Agora eu não vou aceitar mais!

- Como não?

- Eu deixei bem claro que só aceitaria até as dez horas...

- Professor... o senhor sabe com quem esta falando?

- Não... não sei...

Então o aluno pega a pilha de provas, coloca a sua no meio, e diz:

- Então descobre...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Matemático e o motorista

Aquele matemático famoso estava a caminho de uma conferência quando o motorista falou:
- Patrão, já ouvi tantas vezes a sua palestra que tenho certeza que poderia fazê-lo no seu lugar, se o senhor ficasse doente.
- Isso é impossível!
- Quer apostar?
E fizeram a aposta. Trocaram de roupa, e quando chegaram ao local da conferência o motorista foi para a tribuna enquanto o matemático instalou-se na última fila, como se fosse seu motorista.
Depois da palestra, começou a sessão de perguntas, que ele respondeu com precisão. No entanto, em certo momento, levantou-se um sujeito que apresentou uma questão dificilima. Longe de entrar em pânico, ele saiu com esta:
- Meu jovem, essa pergunta é tão fácil.... mas tão fácil... que vou pedir para o meu motorista responder...

As frustrações do homem moderno

Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?
Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.
O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.
Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.
Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.
Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.
No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.
E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.
E por que isso ocorre?
Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.
E, para "subir na vida", tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.
Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.
Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.
E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.
E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.
O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.
Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.
E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.
Jesus, o excelente psicólogo da Humanidade, recomendou que envidássemos esforços para conquistar bens que nem a traça nem a ferrugem consomem. E esses bens são as virtudes do Espírito, que nos seguem pela eternidade afora.
Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.
"Não vos inquieteis pela posse do ouro", recomenda Jesus.
E na parábola do rico fazendeiro que só se importava em encher os celeiros de forma egoísta Ele adverte: "Insensato que sois! Ainda esta noite lhe exigirão a alma."
Jesus, portanto, não disse que temos que desprezar os bens terrenos, nem o dinheiro, mas ensinou que os bens terrenos aqui ficam quando daqui partimos e que não vale a pena ganhar a vida e perder-se a si mesmo.

* * *

Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.
As virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.
Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.

Abraços, boa semana!

Tudo tem um preço!

Acreditar em algo e não o viver é desonesto (Gandhi)

Há cinco anos, se ouvia muito a pergunta: "será que a CPI dos Correios vai terminar em pizza?" Não precisou muito e vimos que a pizza assou, ficou linda, principalmente enfeitada com um tomate vermelho em cima. A receita foi prolongar a CPI até onde puderam, depois se colocou a culpa nas elites.

Se você recebe diariamente informações e orientações para agregar valores e não se preocupa com o conteúdo, isso tem um preço. Mas se você ler e reprogramar seu comportamento, isso também tem um preço. Tudo na vida tem um preço. Porém nem todos estão dispostos a pagar o preço que a vida pede. Sócrates pagou com vida por estimular os jovens a pensar, numa época onde somente os velhos tinham o poder. Jesus pagou com a vida por falar de amor numa região onde até hoje predomina o ódio. Martin Luther King pagou com a vida por ter a coragem de dizer que negro e branco são todos filhos de Deus. Abraham Lincoln pagou coma vida por dizer que era hora de se dar liberdade com igualdade a todos os homens. Albert Einstein foi taxado de louco por dizer que tem uma outra dimensão além da que nós vivemos, o que hoje se conhece como física quântica. Pasteur foi humilhado por avisar que "no ar e na água existiam bichinhos invisíveis aos olhos", o que hoje é conhecido por microbiologia.

Quando alguém se identifica com algo deve saber que vai pagar o preço. É assim também no trabalho. Quando alguém quer balançar o grupo por causa do comodismo que estão, imediatamente os incomodados se reúnem e "fritam" quem quer colocar consciência e responsabilidade na equipe. Alguns tem a coragem de dizer: " ou você passa para o nosso lado ou nós fritamos você!". É nesta hora que quem não tem a identificação muda, e aí se torna mais um hípócrita no grupo daqueles que estão segurando o progresso da humanidade!

O ser humano é composto de: consciência, conhecimento, personalidade e identidade. Quem desperta a consciência parte para o conhecimento, quem investe em conhecimento muda o comportamento, quem muda o comportamento se identifica com uma nova realidade, quem se identifica deve pagar o preço por isso. Um dia Joshua Haifetz, o maior violinista de todos os tempos, terminou um concerto no Carneggie Hall e uma senhora se aproximou e disse: " Joshua, eu daria minha vida para tocar como você toca!". Ele olhou tranquilamente a senhora e respondeu:" Não é muita coisa, minha senhora, eu dei a vida para tocar como eu toco!". Tudo na vida tem um preço, inclusive o sucesso!


PARA QUE O MAL TRIUNFE, BASTA QUE OS HOMENS DE BEMN SE OMITAM.

(Texto extraído de http://www.aprasc.org.br/forum/index.php?topic=20664.0, postsagem de SASSI, 30.11.2010)